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19/10/2018

Rede Bico Agroecológico em defesa da democracia, da agroecologia e da agricultura familiar: Haddad 13 Presidente

Nós, da Rede Bico Agroecológico, situada na região do Bico do Papagaio, no extremo norte do estado do Tocantins, formada por agricultoras e agricultores familiares, quebradeiras de coco babaçu, trabalhadoras e trabalhadores do campo, assentados, quilombolas, juventudes, sindicatos, associações, cooperativas, comunidades e organizações da sociedade civil, manifestamos publicamente nosso repúdio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) através desta carta.

No cenário político atual, omitir-se é ser conivente com um possível projeto de governo que demonstra ser favorável a um modelo de produção que mata as nossas culturas tradicionais e destrói os nossos biomas, que é extremamente retrógrado do ponto de vista das tecnologias sociais e ambientais, e que é insustentável no viés socioambiental a médio e longo prazos para o campo e para as áreas urbanas.

Bolsonaro afirmou que não irá ‘’demarcar um centímetro de território’’ para os povos tradicionais e originários. Também foi enfático ao dizer que, em sua possível gestão, ‘’não irá destinar um centavo’’ de recursos para Organizações Não Governamentais (ONGs) e movimentos sociais – que hoje desempenham papel fundamental nas lutas pela defesa de nossos territórios e comunidades na região do Bico do Papagaio e no Brasil como um todo, incidindo, inclusive, para a criação e implementação de políticas públicas de diminuição das desigualdades sociais e econômicas.

O candidato também anunciou que fundirá os Ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, e que o futuro ministro será escolhido de acordo com os interesses do mercado e do setor produtivo. ‘’Vou segurar as multas ambientais’’ – garantiu publicamente o candidato aos fazendeiros latifundiários, grileiros e a intitulada ‘’bancada do boi’’ no Congresso Nacional.

Nos últimos 3 anos, segundo dados do Relatório Anual ‘’Conflitos no Campo’’, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), o número de conflitos, massacres, perseguições e assassinatos aumentou progressivamente no campo brasileiro. Em 2017, 71 trabalhadores foram assassinatos por lutarem por direitos constitucionais. Jair Bolsonaro, em contrapartida, consolidou como pilar de sua campanha eleitoral a proposta de legalizar o porte de armas para a população. Na conjuntura atual, essa seria uma medida catastrófica para o país, mas com especial teor de crueldade e desumanidade para os trabalhadores e trabalhadoras do campo.

 

Há esperança: Haddad 13 Presidente

 

Acreditamos na Agroecologia e na Agricultura familiar não somente como uma alternativa ao modelo de produção agrícola vigente, mas como uma possibilidade concreta de mudança para a nossa sociedade em diversas dimensões. Uma mudança que impactaria – de maneira positiva – os setores econômico, cultural e socioambiental de nosso país.

Nesse sentido, eleger Haddad para presidente da república possibilitaria a nós – enquanto sociedade civil organizada – estabelecer diálogo e exigir do poder público as medidas e políticas públicas necessárias para a conservação de nossos recursos naturais, de nossas culturas e povos originários e tradicionais.

Em um passado recente, podemos facilmente recordar de todas as políticas públicas que foram implementadas, potencializadas e garantiram – não somente o sustento e a sobrevivência – mas também a emancipação social, política, econômica, ambiental e cultural de milhares de trabalhadores e trabalhadoras rurais de nossa região do Bico do Papagaio e do Brasil. Lembramos do importante impacto de políticas e ações como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), a Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), as Escolas Família Agrícola (EFA), o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA), o Programa Luz para Todos, o Programa Minha Casa e Minha Vida, o Bolsa Família, a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO), o Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica (ECOFORTE), o Programa de Desenvolvimento Socioambiental da Produção Familiar Rural na Amazônia (PROAMBIENTE), o Mais Médicos, o FIES e as cotas que permitiram o acesso de negros, quilombolas, indígenas, filhos e filhas de trabalhadores rurais em Universidades Públicas e Privadas.

Ainda há muito o que fazer pelo Bico do Papagaio, porém, em uma região até então abandonada pelos governos, lembrar-se dessas políticas públicas que tiveram o início de sua implantação ou sua potencialização com a primeira gestão petista se faz mais do que necessário, é preciso lutar por nenhum direito à menos –  é o nosso dever cidadão nesse momento.

Nesse sentido, votar em Fernando Hadadd é tarefa de todos os brasileiros e brasileiras que se posicionem a favor do estado democrático e dos direitos humanos fundamentais. É preciso vencer o ódio e a raiva que nos cegam, não abandonando o olhar crítico para os problemas apresentados nas gestões petistas, mas reconhecendo as qualidades e esperanças presentes no Programa de Governo de Fernando Haddad para os próximos quatro anos.

A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) publicou uma carta pública listando as propostas de Haddad nas áreas da Agroecologia e Agricultura Familiar.

É hora de tomarmos as ruas e as redes e nos posicionarmos em defesa da vida em abundância para todos e todas. Em memória de Padre Josimo, mártir do Bico do Papagaio, de Irmã Dorothy Stang, de Chico Mendes, e tantos outros que tiveram suas vidas ceifadas pelas mãos do latifúndio, da grilagem e do avanço desenfreado do agronegócio.

No próximo dia 28 de outubro é preciso votar 13. Fernando Haddad Presidente, pela democracia, pelos povos da terra, das águas e das florestas.

 

 Sem Democracia não há Agroecologia!

 

13 de outubro de 2018

Bico do Papagaio, Tocantins, Brasil

 

Rede Bico Agroecológico

  1. Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins (APA-TO)
  2. Associação Agroextrativista e Social do Projeto de Assentamento Canaã (AAESPAC)
  3. Associação da Comunidade Remanescente de Quilombola Carrapiché (ACREQCA)
  4. Associação da Comunidade Remanescente de Quilombola Prachata (ACREQPRA)
  5. Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombolas da Ilha de São Vicente (ACREQUISVI)
  6. Associação de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Buriti (AMB)
  7. Associação do Projeto de Assentamento Santa Cruz II Setor São Félix (APASC)
  8. Associação dos Pequenos Lavradores do Projeto de Assentamento Ouro Verde Setor Barro Branco (ASBB)
  9. Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Projeto de Assentamento Nova União (APRAN)
  10. Associação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Projeto de Assentamento 07 de Janeiro Setor I (ATRSSJ)
  11. Associação Regional de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio (ASMUBIP)
  12. Cooperativa de Produção e Comercialização dos Agricultores Familiares Agroextrativistas e Pescadores Artesanais de Esperantina Ltda (COOAF –Bico)
  13. Cooperativa Interestadual das Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu (CIMQCB)
  14. Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (AMIQCB)
  15. Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras de Sítio Novo
  16. Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Axixá
  17. Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Praia Norte
  18. Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Regional de São Sebastião, Buriti e Esperantina

 

 

 

 

 

 


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14/09/2018

“Nós queremos o território para nascer, viver, germinar e morrer”: Dona Dijé vive em nossas lutas

 

A APA-TO (Alternativas para a Pequena Agricultura do Tocantins) comunica, com grande pesar, o falecimento de Maria de Jesus Bringuelo, a Dona Dijé.

Nos solidarizamos com os familiares e amigos desta grande liderança, e também com o Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB).

Dona Dijé viveu toda a sua vida na Comunidade Quilombola Monte Alegre, situada no município de São Luiz Gonzaga (MA). Neste momento a tristeza é sentimento inevitável, mas não irremediável. A vida e a memória de Dijé, mulher quilombola, encantadeira e quebradeira de coco babaçu, nos alimentam com utopias, lutas e esperanças.

Dijé morreu semente, germinando sonhos de construção de uma sociedade do bem-viver, com terra e território para todas e todos, com os babaçuais vivos em suas florestas, livres com as quebradeiras de coco.

 

Dona Dijé vive em nossas lutas.

 

Abaixo, reproduzimos a nota oficial do MIQCB. Confira.

 

Uma mãe palmeira se despede

A notícia que não queríamos dar. Esta noite perdemos uma grande mulher, mãe, avó e liderança que faleceu de infarto fulminante, a dona Maria de Jesus Bringelo, dona Dijé. Mulher negra, quilombola, quebradeira de coco babaçu, um referencial como ser humano, de sabedoria e para a luta dos povos e comunidades tradicionais.

Uma profunda tristeza invade os nossos corações e custamos a acreditar que não mais compartilharemos de seu sorriso, de sua adorável companhia do seu jeito firme e suave de se posicionar.

Ficam a história, o aprendizado e o exemplo quem sempre lutou pelos direitos das mulheres, dos quilombolas, dos indígenas, dos pct´s e de quem sempre lutou pelo acesso livre ao território.

Como ela mesma falava “Nós queremos o território para nascer, viver, germinar e morrer”. E foi assim, no quilombo Monte Alegre que ela se despediu. Nós e as florestas de babaçuais sentimos a sua falta. Segue Mãe Palmeira teu caminho. Tua trajetória foi vitoriosa e teus ensinamentos já fizeram e reforçaram a luta pela liberdade e dignidade dos povos.

Dijé presente!

Com pesar,

Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu


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22/08/2018

Projeto de Vida, Agricultura Familiar e Agroecologia são temas do II Encontro Regional das Juventudes Rurais do Bico do Papagaio

Evento reúne mais de 140 jovens na Comunidade Quilombola Carrapiché, no município de Esperantina (TO), entre os dias 24 e 26 de agosto

O que Agricultura Familiar e Agroecologia tem a ver com a construção de um Projeto de Vida? Para quem vive em uma realidade rural de nosso país essa combinação pode fazer muito sentido. Com o objetivo de oferecer as juventudes da região do Bico do Papagaio, Tocantins, um espaço de reflexão, formação e discussão sobre suas vocações, realidades e sonhos, será realizado o II Encontro Regional das Juventudes Rurais do Bico do Papagaio.

O evento acontecerá no município de Esperantina (TO), na Comunidade Quilombola Carrapiché, entre os dias 24 e 26 de agosto. Mais de 140 de jovens, de dez munícipios da região e mais de 40 comunidades rurais, são esperados para participar desta segunda edição do Encontro, que é organizado pela Rede Bico Agroecológico – uma articulação que reúne organizações, sindicatos, movimentos e agricultores familiares que atuam no Bico do Papagaio, extremo norte do estado tocantinense.

Para a jovem quilombola Cleudiane Prachata (28), presidente da Comunidade Quilombola Prachata e integrante da COEQTO (Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins), o Encontro possui grande importância para as juventudes da região. ‘’Será possível apresentar aos jovens diferentes possibilidades para se viver e se alimentar em nosso meio’’, afirma Cleudiane. A jovem ainda destaca que espera que o encontro ‘’possibilite que a juventude encontre maneiras de se organizar e fortalecer sua integração regional’’.

Apresentando o tema ‘’Projeto de vida, Realidade das Agriculturas familiares e Agroecologia’’, a programação do evento abordará conteúdos relacionados às realidades rurais dos participantes. Agroecologia, agricultura familiar, culturas tradicionais, comunicação popular, cidadania e a luta por direitos das juventudes fazem parte do itinerário formativo do Encontro, que além do caráter formativo, também visa oferecer aos jovens um espaço de integração e celebração.

Selma Yuki, agrônoma e assessora técnica da Organização APA-TO (Alternativas para a Pequena Agricultura do Tocantins), acredita que o evento tem o objetivo de contribuir para que as juventudes reflitam sobre suas realidades e a relação com seus projetos de vida. ‘’Como a realidade que vivemos pode influenciar nas escolhas que fazemos? Esperamos que os jovens participantes, de maneira autônoma, façam o exercício de tentar responder a essa e outras questões’’, partilhou Yuki. ‘’Estamos trabalhando para que o Encontro seja um espaço fértil de aprofundamento de ideias e discussões sobre maneiras de se transformar alguns contextos desafiadores que fazem parte, hoje, de nossa realidade rural brasileira’’, finalizou a assessora.

Ao falar sobre suas expectativas para o evento, o jovem José Araújo (20), coordenador dos jovens do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de São Sebastião, Buriti e Esperantina, alerta para o fato de que muitos jovens do Bico do Papagaio são taxados como ‘’irresponsáveis’’. Para José ‘’o encontro também contribuirá para transmitir aos jovens confiança e apoio para a melhoria da atuação em suas comunidades e organizações de origem’’. E continua: ‘’ Queremos mostrar que as juventudes são importantes e devem participar ativamente do desenvolvimento de suas comunidades, munícipios e até de nosso país’’, conclui Araújo.

O evento recebeu o apoio da Misereor, da Fundação Interamericana (IAF)­, da COEQTO e da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria. O Encontro também conta a com a parceria da Comissão Pastoral da Terra (Regional Araguaia-Tocantins) e da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), além da acolhida e organização da Comunidade Quilombola Carrapiché.

Sobre a Rede Bico Agroecológico

A Rede Bico Agroecológico contempla e articula agricultores familiares e mais de vinte organizações sociais que atuam no campo da agroecologia e da agricultura familiar no Bico do Papagaio, Tocantins. Dentre as organizações integrantes, estão a APA-TO, a Associação Regional das Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio (ASMUBIP), o Movimento Interestadual das Quebradas de Coco Babaçu (MIQCB), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Tocantins (FETAET), Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais da região, Associações, Cooperativas, entre outras instituições.


Texto: Bruno Santiago Alface/APA-TO

Informações: APA-TO/Rede Bico Agroecológico

Contato: [email protected] | 063 3456-1407 | 011 99985-0378


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4/08/2016

APA-TO promove encontro de planejamento institucional

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Aconteceu a 1ª Oficina de Planejamento Estratégico da APA-TO, nos dias 20,21 e 22 de Julho de 2016, na Escola Família Agrícola Pe Josimo em Esperantina. Estiveram reunidos para discutir estratégias de ações da organização para os próximos 5 anos, toda equipe técnica e administrativa, o conselho diretor e associados da APA-TO, além de representantes de organizações parceiras dos públicos alvo da APA-TO, agricultores(as) familiares, quilombolas e quebradeiras de coco. A oficina foi conduzida pelo consultor de planejamento Domenico Corcione. SAIBA MAIS »


8/07/2016

Organizações do Bico iniciam sistematização de experiências agroecológicas

 

Participantes da Oficina

As organizações sociais e entidades de assessoria do Bico do Papagaio, ao longo de sua caminhada, têm construído inúmeras experiências com base agroecológica em diversas comunidades rurais da região, contribuindo para dar vida e sustentabilidade para as famílias camponesas e populações tradicionais e fortalecer núcleos de resistências à lógica dos grandes  projetos de agronegócio, hidronegócio e mineralnegócio. SAIBA MAIS »


7/06/2016

Comunidades Quilombolas de Esperantina conquistam seu reconhecimento

Comunidade Prachata

Comunidade Prachata

No dia 02 de Junho, no Município de Esperantina, foi entregue aos familiares e representantes das Comunidades Quilombolas Prachata, Ciriáco e Carrapiché à Certidão de Autodefinição, emitidas pelo Ministério da Cultura e Fundação Cultural Palmares .  SAIBA MAIS »


3/06/2016

Quebradeiras de Coco Inauguram Casa de Extração de Azeite

inauguração casa azeite

 

Com a frase “A vida das quebradeiras de coco é lutar, crescer e vencer! Babaçu é Vida! “ as quebradeiras de coco do Projeto de Assentamento Ouro Verde, localizado no Município de Araguatins, inauguraram no dia 28 de maio de 2016,  a  casa de extração de azeite.

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25/05/2016

Jovens em ComunicAÇÃO lançam materiais nas comunidades do Bico do Papagaio

Lançamento na Comunidade São Felix

                                   Lançamento na Comunidade São Felix

Um grupo de 15 jovens agricultores familiares de 06 comunidades do Bico do Papagaio, integrantes do  Jovens em ComunicAÇÃO, percorreram suas localidades  no período de  22 a 24 de abril,  para lançamento dos materiais produzidos  por estes durante a oficina de formação em comunicação comunitária ocorrida ao longo do ano passado, em regime de alternância, com módulos presenciais e atividades nas comunidades. Durante sete encontros, jovens discutiram de forma critica sobre a comunicação que temos, aprenderam a fazer textos, fotografias e vídeos, e voltaram às suas casas para colocar a mão na massa, com a produção de reportagens escritas e audiovisuais sobre suas realidades.

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9/05/2016

CPT lança documentário sobre o MATOPIBA

logo matopiba

Acaba de ser lançado nas mídias sociais o documentário “ MATOPIBA” , é uma realização da Comissão Pastoral da Terra – CPT / Regional Araguaia – Tocantins , uma produção audiovisual de Gustavo Ohara, realizado a partir do I ENCONTRO REGIONAL DOS POVOS E COMUNIDADES DO CERRADO, promovido pela CPT, entre os dias 23 e 25 de Novembro de 2015, em Araguaina-TO, aonde os Camponeses(as), Agricultores(as) Familiares, Povos Indígenas, Quilombolas, Geraizeiros(as), Comunidades de Fundos e Fechos de Pasto, Pescadores(as), Quebradeiras de Coco de 04 estados se posicionam contrários ao Plano de Desenvolvimento do MAPA, denunciando o agronegócio, o hidronegócio, a mineração, a grilagem de terras e a destruição ambiental do Bioma Cerrado nos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. SAIBA MAIS »


14/04/2016

Educação do Campo e Agroecologia Transformando a Agricultura Familiar no Bico do Papagaio

Mistica de Abertura

Uma nova conquista do Movimento Social e Sindical dos(as) Trabalhadores(as) Rurais da Região foi o inicio do funcionamento da Escola Família Agrícola do Bico do Papagaio Padre Josimo – EFABIP PE JOSIMO. Uma luta de mais de duas décadas das entidades da região para garantir o acesso dos(as) filhos(as) dos(as) agricultores(as) a  uma educação do campo  voltada para a realidade da agricultura familiar.

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